Pode parecer estranho para quem nunca visitou, mas cemitérios são rota dos viajandões do mundo. Mausoléus, estátuas, cerâmicas e peças de metal compõem um cenário que atrai muita gente apaixonada por história, arte e curiosidades.
Não diferente, o Cemitério da Recoleta, em Buenos Aires, inaugurado em 1822, abriga personalidades do país dos hermanos e oferece visitas monitoradas para quem se interessar mais do que simplesmente ver a tumba da Eva Perón, para os íntimos Evita.
As famílias que tem condição, interesse, cuidado ou algum apreço pelos familiares que passaram dessa para melhor, cuidam dos mausoléus, deixando-os apresentáveis para quem se dispõe a andar pelos quase quatro quarteirões de cemitério. Mas como assim apresentáveis, chico? Sim, isso mesmo! Quem passa por ali vê tudo. O caixão, as flores, porta-retratos dos finados, sejam sozinhos ou em cenas familiares antes do pass away.
Agora, aos que não podem, não tem interesse tãopouco cuidado ou considereção, deixam os túmulos um horror. Eu me assutei ao ver que a ação do tempo, chuva, talvez um pouco de vandalismo, tornam a situação lamentável, ou até um pouco sombria!
Enfim, se lhe interessa vá a Recoleta, conheça o cemitério e depois curta a tarde do bairro, que tem vida independente!
Cemitério da Recoleta
Endereço: Junín 1760, Recoleta
As visitas guiadas podem ser agendadas pelo +54 (11) 4803-1594 e lhe custarão poquitos pesos.





então, olhe a dica “jeitinho Brasileiro”, entramos em um grupo que já estava formado, pagamos a quantia de 0,00 pesos!, sendo assim ouvimos todas as historias de horror.
Em suma, valew a pena!
E a gente se mata de rir!
As legendas estão hilárias!
Éééé…hehe, ou melhor, búúúú…
Ehh, não é um passeio q adoraria fazer, mas, faz parte….vai q dou de cara com uma “assombração”…hihi…brincadeira…faz parte da cultura….
Parabéns, Léo……
bjo
Q nada. É só fazer o sinal da cruz com os dedos q a bicha some…
;-P
Acabei de visitar Buenos Aires e gostei de ver o seu blog!
Deixo aqui o endereço do meu para uma visita
viajarvicia.blogspot.com
Abraços,
Luiza